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Carnavalize

Por Redação Carnavalize
Depois da apuração dos desfiles das escolas de samba, a abertura das justificativas é o momento mais esperado - ou não - do pós-carnaval. Resolvemos listar as passagens mais, digamos, interessantes, engraçadas e curiosas daquilo que os julgadores rabiscaram escreveram para justificar as suas notas. Confira:

Em comissão de frente, a Unidos da Tijuca foi descontada pelo primeiro e terceiro julgador por conta da sujeira das roupas! Segundo as justificativas, as túnicas laranjas aparentavam “manchas” e “estavam visivelmente sujas”. Faltou Omo?


O julgador do módulo do três também é bastante conhecido pela sua requintada riqueza vocabular, bem alegórica e carnavalesca. Nos escritos sobre a Vila Isabel, por exemplo, “fica tudo meio”... Vale a leitura com o dicionário na mão!

Mas não é só de palavras bonitas que o módulo 3 de comissão de frente vive. Para o Salgueiro, o julgador disse que alguém entrou em um “campo movediço”! Tomara que consigam escapar!

A reflexão e as ciências sociais, aliás, estão presentes em grande parte do julgamento. No mesmo quesito, o julgador do módulo 2, ao canetar a Portela, difere emoção e exagero com filosofia pura!

Em bateria, um dos quesitos com maior índice de notas 10 e com mais justificativas pequenas, o júri gosta de descontar a falta de criatividade entre os mestres - como na bateria da Mangueira, para o módulo 2. Será que o julgador, que escreveu 13 linhas em todo mapa de justificativas, também poderia ter desenvolvido mais a criatividade?

No módulo 1 do quesito, um importante alerta foi feito nas Observações! Não é de hoje que a Sapucaí sofre com problemas no seu som, mas não é sempre que o júri reclama disso. Aqui, foi alertado um delay durante a passagem da Grande Rio (só?):

Foi o desfile da Ilha que exaltou a culinária, mas foi a bateria furiosa, do Salgueiro, penalizada por conta de um... flan! Olhem só a justificativa do julgador do módulo 3, alertando para esse desencontro rítmico gastronômico:

Já no módulo 4, outra denúncia! Na justificativa dada para o 9,9 à Mocidade, o julgador relatou que o mestre Dudu foi impedido de apresentar a bateria para o camarote do júri! A precaução para não estourar o tempo por parte da diretoria da escola acabou impedindo a Não Existe Mais Quente de fazer 40 pontos. Pena!

Em samba-enredo, poucos trechos significativos apareceram. Os julgadores estavam contidos e descontaram poucas coisas. Chamamos atenção para a ausência de criatividade e coerência nas letras. Vale destacar, no entanto, a justificativa dada para a São Clemente no módulo 1. O julgador criticou o uso do artigo “a” antes da palavra “atitude”, e até sugeriu uma mudança na letra da escola! Se sobrou palavra no samba da São Clemente, sobrou também atitude do próprio júri!

No quesito enredo, algumas pérolas foram menos engraçadas. A justificativa mais repetida do ano foi a dada ao Império Serrano. A escola perdeu ponto por citar a grande Muralha da China como uma das maravilhas do mundo antigo, sendo que ela foi eleita ao posto na era moderna. Faltou Google nas terras de Madureira.


O controverso enredo da Beija-Flor dividiu opiniões não só entre os sambistas, já que teve jurado chamando a proposta de "contundente e bastante oportuno". E com grande apuro estético... Isso sem contar jurado apontando milhares de erros, mas tirando um décimo só! Se a bandeira não pesa...

O jurado do módulo 2 do quesito rendeu outros dois momentos. Ele ficou confuso quanto a proposta do enredo da Mangueira e resolveu explicar sua dúvida, tirando um décimo da escola verde e rosa.
 


Já quando chegou a vez das observações do Salgueiro, ele mandou um verdadeiro "militei" quando destacou a presença masculina massiva num enredo que pretendia exaltar as mulheres... Lacrou!
 

Em alegorias, os maiores absurdos ficaram pelos jurados julgando enredo e tirando ponto da sexta alegoria da Grande Rio, que não entrou na avenida. Faltou prestarem atenção no próprio manual do jurado.

No módulo 2, o avaliador destacou que a coroa da majestade não girou no bicentenário do Museu nacional, como prometia. Certíssimo!
 

Um dos últimos quesitos da apuração, que levou os espectadores ao máximo de nervosismo, fantasias foi o que menos apresentou pérolas em suas justificativas. Fora alguns dez para a Beija-Flor no quesito, né? Mas tiveram momentos fofos, como a julgadora do módulo 3 parabenizando os ateliês e os profissionais das escolas. Afinal, viva o carnaval e seus profissionais sempre!

Nos quesitos de chão, é importante ficar de olho no relógio para não salgueirar. O querido julgador do módulo 1 de evolução notou um problema importante em um dos "tracinhos", como ele chama, do relógio digital da Sapucaí. Não passou despercebido, obrigado pelos mimos!

Já no terceiro módulo de julgamento, as invencionices de Paulo Barros não passaram em branco: o excesso de elementos nas fantasias fez com que quem estivesse julgando o andamento da escola retirasse um décimo do bairro de Noel. 

E teve gente trocando as bolas no quesito harmonia. O jurado do módulo 2 penalizou a Grande Rio em um décimo pela falta da sexta alegoria. Repetindo: jurado de harmonia!

Além disso, não menos importante, nosso amigo julgador do módulo 4 parabenizou a galera do camarote por conta do volume equilibrado no som. Lindíssimo, falou tudo! 

Para fechar a brincadeira, mestre-sala e porta-bandeira não nos trouxeram tantos motivos para riso, entretanto, é bom que os dançarinos abram o olho. A julgadora do último módulo deu um puxão de orelha nos mestre-salas. O motivo? Excesso de agitação na dança. Ela deixou bem explícito: "Agilidade sim. agitação não". 

Embora a risada ainda seja garantida no momento de ler as justificativas, nós ficamos felizes em não ver tantos absurdos nas linhas divulgadas pela Liesa. Torcemos para que o julgamento do carnaval seja cada vez mais aperfeiçoado, nos fazendo rir e chorar só de emoção, e não de nervoso!
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Por Jéssica Barbosa
Colaboração de Guilherme Peixoto
Fala, sambista! O Carnavalize deu voz aos astros e estrelas que abrilhantaram o Anhembi no segundo dia de desfiles. Sete escolas desfilaram em busca do título, que ficou com a Acadêmicos do Tatuapé, entretanto, os segmentos nos passaram suas impressões da festa: 

X-9 Paulistana – Darlan Alves, intérprete
Darlan: Eu acho que o sábado geralmente é mais quente, a galera já está mais no clima do carnaval, o público mais animado, e o nosso samba tem isso dos ditos populares, então são frases que acabam fazendo parte do cotidiano de cada um de nós Tínhamos certeza que isso ia passar para a galera, e com certeza foi o que aconteceu.

Império de Casa Verde – Carlos Jr. intérprete
Carlos Jr: Eu adoro cantar enredo que fala de social. esse tem também um pouquinho de política, tem muito gente que é avesso à política. Eu não sou contra nem em cima do muro, mas por outro lado acho que tem a mensagem, acho que cantor serve pra isso, seja cantor de samba enredo, de MPB de rap, ele serve pra enviar mensagem, eu fico muito feliz quando eu pego um enredo que o compositor tem o prazer de escrever alguma coisa que vai trazer alguma mensagem pro adolescente, pro eleitor, pra pessoa de algum movimento social eu acho isso muito importante, coisas que mexem com o futuro de uma criança ou com a família, acho que esse enredo a proposta dele, ele fala de uma história da Revolução Francesa, de uma coisa de miserável, mas tem aquela coisa do povo no meio, a revolução ela sempre começou pelo povo então acho muito importante isso, pra mim uma honra ter tido a oportunidade de cantar um samba-enredo sobre manifestação do povo, fico muito feliz. Está marcado.
A gente fez um projeto para ser campeão, mas sabemos que hoje o carnaval de São Paulo está muito disputado, com várias escolas brigando. Esperamos que os jurados entendam a nossa proposta.


Mocidade Alegre – Karina, 1ª  porta-bandeira 
Karina: Minha fantasia representa a Alcione, a flor mais bela de uma imenso jardim, e o Emerson representa o samba. Estamos com as cores da escola: verde, vermelho e branco. Foi muito emocionante, porque a Alcione é uma das maiores sambistas que a gente tem no Brasil. Ela está super feliz e essa emoção transborda para a gente.

Vai-Vai -Ágata, 3ª porta bandeira
Ágata: Viemos representando a censura, uma época em que a gente se calava, por isso viemos na parte “negativa” da escola. O título vai ser nosso!


Gaviões da Fiel – Ernesto Teixeira, intérprete
Ernesto: O samba veio dentro do esperado da expectativa da gente, dos ensaios técnicos e dos ensaios da quadra. Ele foi cantado primeiramente pelos componentes da escola e a arquibancada também respondeu. Foi muito bom!

Dragões da Real – Rogério Félix, diretor de harmonia
Rogério: O projeto passou exatamente como a gente planejou, vínhamos fazendo isso nos ensaios técnicos. O trabalho passou como a gente tinha criado, representado com muita alegria e muita simplicidade esse homem do campo. A sensação é de dever cumprido. Se for para ser campeão, tudo bem. Se não, ver a nossa comunidade feliz já é um título.

Vila Maria – Clayton Reis, ala musical
Clayton: Foi um rendimento maravilhoso, que eu acho que quase ninguém esperava. Achavam que o samba estava muito ruim, que a Vila Maria tinha escolhido errado, mas acho que [o samba] caminhou bem na avenida. Agora é só esperar o resultado. Para quem sempre assistiu [Chaves] desde pequeno isso aqui foi um sonho maravilhoso, uma oportunidade única Sei lá quando vou poder cantar Bolaños de novo, mas foi maravilhoso.
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Portão fechado, lá se foram as treze apresentações do grupo Especial do Rio de Janeiro. Uma segunda noite abaixo da expectativas, com apresentações regulares e poucos destaques, a sensação que ficou é que alguns desfiles poderiam ter sido melhores. 

Abrindo a noite, a Tijuca homenageou Miguel Falabella numa apresentação de problemas plásticos, mas com destaque para a harmonia tijucana e a excelente bateria de Mestre Cassagrande. Outro desfiles com seus altos e baixos foi a Imperatriz, a escola emocionou na comissão de frente, mas apresentou uma evolução irregular. A União da Ilha dividiu opiniões em um desfile que cantou a culinária brasileira, a plástica não encheu os olhos, mas não fez feio, se mostrando irregular. O grande destaque foi a bateria comandada por Ciça.

A Portela defendeu bem seu bicampeonato, mas também cometeu erros. O enredo desenvolvimento magistralmente por Rosa Magalhães teve um belo conjunto de fantasias e as alegorias, apesar de bem concebidas, tinha alguns problemas de acabamento. O Salgueiro foi o principal destaque da noite, numa apresentação irretocável, com poucas falhas. Um falha de acabamento gerada, após um acidente com o abre-alas, foi um dos poucos problemas da vermelho e branco, que defendeu muito bem diversos quesitos, como casal de mestre-sala e porta-bandeira e evolução. Largando na frente assim, na briga pelo título. 

Encerrando a noite, a Beija-Flor dividiu opiniões. Saiu de cena o luxo e a imponência nilopolitana e entrou uma aposta em carros cênicos que apostaram na crítica social, mesmo com uma mensagem forte, o enredou não se provou em sim, mostrando uma condução confusa. 

Com tantas controvérsias, está na mão do corpo de jurados o destino da festa. Será que a crítica política que marcou os desfiles será brindada pelo júri ou ficará só na memória popular?

Confira como foram os desfiles em detalhes: 


Em agradável desfile, Tijuca mostra força do canto e dá show de bateria




Correta, Portela consagra bom casamento com Rosa Magalhães



Bateria brilha em desfile irregular da União do Ilha



Exaltando a mulher negra, Salgueiro se candidata ao título



Com abertura clássica, Imperatriz canta Museu Nacional



Em desfile cênico, Beija-Flor sai controversa da avenida






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Abalando as previsões, o domingo de carnaval mostrou porque certezas inabaláveis não formam essa festa e a magia se faz quando o portão abre. Com sete escolas, a primeira noite jogou para longe o assunto crise, contando com grandes apresentações das agremiações. O destaque negativo ficou para o péssimo som da Avenida, o que nunca foi bom se mostrou ainda pior prejudicando muito o aproveitamento de alguns sambas, como Mangueira e Mocidade, que tiveram seus intérpretes principais ofuscados por problemas de mixagem do áudio.

Abrindo a noite, o Império Serrano matou a saudade do Grupo Especial em apresentação competente e com problemas de evolução, complicando a missão de escapar do rebaixamento. Na sequência, a São Clemente repetiu erros conhecidos de anos anteriores, o carnavalesco Jorge Silveira vestiu bem a preto e amarelo, num lindo conjunto estético, mas a agremiação repetiu problemas de evolução e harmonia semelhantes aos seus últimos desfiles.

A Grande Rio foi um destaque negativo da noite, não por seu grandioso desfile, muito bem assinado e desenvolvido pelo casal Renato e Márcia Lage, mas pelos problemas mecânicos das alegorias da escola de Caxias. Com evolução prejudicada, a tricolor estourou cinco minutos no tempo máximo e o último carro não entrou na avenida, marcando um cortejo complicado da agremiação. 

Nas boas apresentações da noite, Vila Isabel e Mocidade fizeram desfiles parecidos, já que ambas tiveram erros e acertos. A azul e branco de Noel incorporou o futurismo espetacular de Paulo Barros, numa apresentação regular, que a credencia pela briga das campeãs. Mesma missão da Mocidade que cantou a índia, com uma harmonia aguerrida de Padre Miguel, mas que pecou em quesitos plásticos. 

A grande surpresa da noite foi a Paraíso da Tuiuti, a escola que prometia brigar para não cair, saiu da avenida com credenciais de voltar nas campeãs num julgamento justo. A Comissão de Frente abriu os caminhos na apresentação mais emocionante da noite, a plástica competente de Jack Vasconcelos deu seu recado social com forte comunicação com o público, que respondeu bem. Enquanto seu belo samba, funcionou corretamente. 

Na melhor apresentação da noite, a Mangueira confirmou as expectativas de mais um grande trabalho do consagrado carnavalesco Leandro Vieira, o artista investiu numa estética nostálgica que se destacou na parte final da apresentação. O excelente conjunto de fantasias e alegorias mandou seu recado, numa crítica ácida ao prefeito do Rio de Janeiro. A verde e rosa se credenciou ao título, mas não fechou completamente a disputa. 

E assim, sete escolas brincaram na avenida marcando a força das escolas e consolidado um carnaval marcado por desfiles críticos em estado de graça. 

Saiba todos os detalhes de cada escola nas crônicas por desfile:


Império Serrano desfila bem mas comete erros de evolução


São Clemente colore a Avenida em belo desfile



Vila Isabel aposta na tecnologia e se credencia às Campeãs



 Problemática, Grande Rio tem desfile grandioso prejudicado por falhas mecânicas



Mangueira lava a alma da Sapucaí em crítica feroz



Mocidade fecha a noite com boa viagem à Índia



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Superando as expectativas, as escolas da Série A apresentaram uma grande noite de desfiles. Mesmo em meio as dificuldades, as agremiações se destacaram e mostraram que a cada ano o grupo fica cada vez mais equilibrado. 

Começando pelas decepções, a Rocinha surpreendeu negativamente numa apresentação marcada por muitos erros. Na plástica, faltaram fantasias e as alegorias pecaram no acabamento. Enquanto na pista, a evolução da borboleta também foi conturbada, comprometendo a busca por uma boa posição da tricolor. Dificuldades que também enfrentaram as duas primeiras escolas da noite, que fizeram apresentações irregulares também. A Alegria da Zona Sul desfilou aguerrida numa bela homenagem a Luiza Mahin, enquanto a Santa Cruz oscilou em maus momentos com alegorias decepcionantes e um enredo confuso, sofrendo ainda prolemas de evolução. Já que o último carro teve problemas para entrar na avenida.

A maior surpresa da noite veio da Cubango, a dupla de carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad fez uma excelente estreia no grupo, num desfile emocionante sobre o artista Bispo do Rosário, apostando numa estética artesanal e lúdica. A escola só teve problemas na saída de suas alegorias, o que acabou atrasando o desfile da Inocentes. A tricolor da Baixada, contundo, fez um desfile bem irregular sobre a cidade de Magé, o enredo CEP oscilou entre boas e péssimas alegorias em um desfile frio e sem maiores qualidades. 

Sobrando na noite, as duas vermelhos e brancos confirmaram o favoritismo do pré-carnaval e fizeram desfiles exuberantes, formando uma espécie de sub-grupo acima das demais escolas da segunda divisão. A Viradouro apostou em alegorias gigantescas e cenográficas, com figurinos de fácil leitura apesar do complicado enredo. Mesmo levantando as arquibancadas e contando com um bom canto de seus componentes, o samba-enredo da escola de Niterói não brilhou tanto e pode ser um prejudicador. 

Encerrando a noite, a Unidos de Padre Miguel entrou arrastando a Sapucaí numa arrancada impressionante e com muita propriedade. O conjunto plástico riquíssimo surpreendeu pelas cores, além da monumentalidade das alegorias e opulência da fantasias. Com uma evolução impecável e excelente harmonia, o Boi Vermelho se destacou com seu bom samba, ao contrário de sua principal rival. Outro fator importante, nessa briga direta, é que mesmo com alegorias imponentes, ambas apresentaram falhas no quesito. Enquanto a Viradouro passou com o acoplamento do abre-alas apagado e pequenos problemas de acabamento na última alegoria, a UPM também vacilou na calda da grande Iara de seu terceiro carro, também com visíveis problemas de finalização. 

Agora é esperar a quarta-feira de cinzas e vê como se desenha os destinos das 13 agremiações do grupo. Fica a imagem que a Série A deixou na Sapucaí, a prova do quanto as escolas de samba ainda resistem aos tempos difíceis que vivem.

Saiba como foi cada escola num panorama completo de quesitos:


Aguerrida, Alegria faz o dever de casa e exime chances de queda



Tecnicamente problemática, Santa Cruz canta a esperança



Deslumbrante, Viradouro levanta Sapucaí e se credencia ao título



Com arte, talento e capricho, Cubango se candidata às primeiras posições



 Inocentes canta Magé em desfile sem brilho



UPM desvenda o Eldorado na busca pelo sonhado título






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