• Home
  • Quem somos?
  • Contato
  • Lojinha
  • Exposições
  • Selo Literário
  • Apoiadores
Tecnologia do Blogger.
facebook twitter instagram

Carnavalize

Por Redação Carnavalize

Depois de dois carnavais fora do sábado das campeãs, a Imperatriz Leopoldinense resolveu tentar sair do comodismo e escolheu um enredo que mistura crítica e bom humor. “Me dá um dinheiro aí” é o título do carnaval desenvolvido pelos carnavalescos Mário e Kaká Monteiro, que chegam à escola depois de uma breve parceria com Cahê Rodrigues em 2013. 

A comissão de frente trouxe o personagem Robin Hood e teve como ponto alto um componente em cima de um guindaste que distribuía dinheiro e sobrevoava as arquibancadas. Coreograficamente, o bailado não foi tão desenvolvido e a atenção recaiu inteiramente sobre a surpresa da interação. 
A segunda alegoria da escola representava os navios negreiros.
O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Thiaguinho Mendonça e Rafaela Teodoro, estava belamente trajado de uma indumentária clara e com nuances douradas, protegidos por guardiões que traziam em bandeiras letras que formavam o nome da escola. A apresentação dos dois foi segura e não houve problemas relacionados à evolução nem ao desfraldar do pavilhão. 

O conjunto alegórico, por sua vez, era competente e requintado; a proposta geral que surpreendeu positivamente por fugir do convencional, mas teve como pontos negativos a ausência do tripé “Terra Bra$ili$”, que não desfilou, e também a realização do segundo tripé da escola, no qual a solução adotada foi o plotter.  Os carros que traziam a desigualdade social e a bolsa de valores se mostraram irregulares e abaixo dos demais. Notou-se a presença de encenações e coreografias em alguns carros, mas em nenhum momento houve uma grande identificação das arquibancadas. As fantasias, no entanto, foram de muito bom gosto e mostrou o correto uso de materiais como pena de acetato e um bom estudo cromático. 

No quesito evolução, a escola pecou desde que o abre-alas tentou entrar na Avenida e enfrentou dificuldades para fazer a curva, deixando um grande clarão em frente à primeira cabine de jurados; o desacoplamento dos chassis foi resolvido com uma corda, mas a alegoria voltou a apresentar problemas no último módulo. O carro que representava a bolsa de valores também abriu buraco no primeiro módulo de jurados. Com um enredo bem amarrado, apesar de simples, a narrativa mostrou-se competente. 
A última alegoria da escola.

A harmonia da escola foi fria apesar do samba pra cima, mas a bateria de mestre Lolo foi um dos pontos positivos da noite, e fez jus aos elogios e boas notas que recebeu nos últimos anos. 

Prejudicada pelos problemas de evolução, a escola deve figurar entre as posições mais baixas da tabela na quarta-feira de cinzas.
Share
Tweet
Pin
Share
No Comments
Por Redação Carnavalize

Atual campeã do carnaval, a Beija-Flor de Nilópolis resolveu falar da própria história em homenagem aos 70 anos de sua fundação, com o enredo “Quem não viu, vai ver - As fábulas do Beija-Flor”, desenvolvido pela comissão de carnaval da escola. O grupo não contou mais com Laíla, que se despediu depois do título, mas seguiu com profissionais como Cid Carvalho e Marcelo Misailidis. A ideia da escola foi contar sua trajetória de desfiles a partir de fábulas. 

Exercendo dupla função pelo segundo ano consecutivo, Marcelo Misailidis foi o responsável pela apresentação da comissão de frente nilopolitana. O grupo representou “O Bloco dos Animais” e fizeram referência ao símbolo da escola e ao carnaval de 1976, “Sonhar com Rei dá Leão”, que contou a história do jogo do bicho e fez a escola beliscar o seu primeiro título. Tanto o conceito quanto a execução da comissão foi de grande simplicidade e não cumpriu bem o papel de apresentar o enredo. 

Talentos incontestáveis, Claudinho e Selminha Sorriso, primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola, atingiram há tempos um patamar que transcende os quarenta pontos máximos a serem obtidos. Entrosados e imponentes, a dança majestosa dos dois craques do quesito encantou o público, com o reforço da linda fantasia em tom de roxo que vestia o casal. No final das contas, a metalinguagem da homenagem recaiu também sobre estes que são personagens fundamentais da escola. 
O abre-alas da escola nilopolitana.
Nas alegorias, a escola seguiu o modelo que ela mesma lançou ano passado de carros cênicos, com coreografias, movimentações, estruturas que mudavam cenários e serviam de palco para encenações. Apesar dos carros bem acabados, o conjunto pecou em leitura, já que a relação entre a história da escola e as fábulas não se justificou em qualquer momento, configurando um enredo frágil e desamarrado. As fantasias eram boas mas também sofreram as consequências do problema de concepção da narrativa do desfile. 

A terceira alegoria da Beija-Flor se referia à galinha dos ovos de ouro.
O samba não empolgou e foi cantado pela harmonia da escola apenas de maneira regular, deixando brecha para questionar por onde anda a comunidade que rasgava o chão todos os anos. A bateria dos mestres Plínio e Rodney fez uma apresentação burocrática. 
Inchada, a escola se viu prejudicada pela vagarosidade e falta de fluidez da apresentação e enfrentou problemas no último módulo de jurados, tendo que encerrar a apresentação às pressas. A depender dos critérios do júri, a Beija-Flor pode até cogitar boas posições, mas deve se manter na parte intermediária da tabela. 
Share
Tweet
Pin
Share
No Comments
Por Redação carnavalize

Se algumas escolas tiveram como maior preocupação a crise financeira e identitária, o Salgueiro ganhou um presente de grego para chamar de seu: a instabilidade política dentro da agremiação ditou o ritmo dos meses que antecederam este dia. Depois de um imbróglio judicial com muitas idas e vindas, André Vaz assumiu a presidência da escola e a equipe, que já havia sofrido algumas alterações, des(fez) contratações. De toda forma, ainda sobre o comando do carnavalesco Alex de Souza, “Xangô” foi o enredo apresentado pela agremiação, o sonho de todo salgueirense, já que o orixá da justiça e do trovão é também o padroeiro da escola. 

Em sua estreia pela alvirrubra, Sergio Lobato comandou a comissão de frente que saudou o sincretismo religioso e a associação de Xangô a São Jerônimo pelos negros escravizados que não podiam manifestar livremente sua crença. O grupo cumpriu bem a função de apresentar a escola e fazer uma conexão do orixá com o Morro do Salgueiro, e contou com a simpática participação de Eri Johnson, figura ligada à agremiação, que representou Xangô do Salgueiro. A execução, porém, não foi das melhores já que todo o trabalho braçal que os componentes tinham de empurrar o elemento alegórico gerou lentidão na apresentação não só da comissão, mas no andamento de toda a escola. 

Depois da polêmica saída da escola após o anúncio da gravidez da porta-bandeira, Marcella Alves e Sidclei Santos retornaram ao cargo de primeiro casal com a nova direção e defenderam o pavilhão salgueirense pelo sexto ano. Vestidos com uma belíssima fantasia de cores quentes com tons de laranja e dourado, fizeram jus à coleção de notas dez que carregam com uma apresentação muito boa e sem preocupações. 
Detalhes da parte frontal do abre-alas salgueirense.
Esteticamente, Alex de Souza inovou ao realizar uma abertura toda branca em um enredo que fala sobre Xangô, que foge do lugar comum. O conjunto alegórico apresentou problemas tanto de concepção quanto de realização, com formatos que se mostraram repetitivos e no uso de volumes. A forração dos carros foi um ponto frágil, revelando um falta de preciosismo e riqueza de detalhes no acabamento para que fosse um conjunto de excelência. Por outro lado, a paleta de cores do desfile foi bem desenvolvida e os setores eram bem resolvidos individualmente, já que apresentavam diferenciação de uns para os outros. As fantasias oscilaram ao longo do desfile: as primeiras alas tinham soluções muito interessantes, mas a qualidade não se manteve até o final. 

No quesito enredo, o primeiro bloco fez uma boa apresentação do orixá, mas a falta de uma referência explícita às três esposas de Xangô, citadas no samba, deixou a desejar. A amarração entre os setores também ficou comprometida, mas não deve gerar penalização à escola.

A quarta alegoria da escola rememorou o grandioso desfile de 1969, Bahia de Todos os Deuses, em que o professor Julio Machado incorporou Xangô.
A Furiosa também passou sob novo comando: os irmãos Gustavo e Guilherme, crias da escola, ocuparam o cargo de mestres de bateria. Com a qualidade de sempre, os atabaques foram o diferencial da apresentação. No microfone, também houve estreia e reencontro. Emerson Dias, contratado ainda na gestão de Regina Celi, dividiu o microfone com Quinho, que saiu da agremiação e retornou com a ascensão de André Vaz à presidência. O samba explodiu e tanto a escola quanto as arquibancadas pipocaram na Marquês de Sapucaí com a força da letra que saudava o padroeiro. 

No quesito evolução, a bateria localizada na parte da frente da escola somado à apresentação vagarosa da comissão de frente e do casal gerou alguns buracos ao longo da pista e a sensação de inchaço da escola, que chegou a ficar parada por minutos consideráveis. Por esse fato, em alguns momentos a harmonia não manteve o gás inicial, apesar do canto não ter sido seriamente comprometido. 

Depois de tantas reviravoltas do pré-carnaval e pequenos contratempos na Avenida, o Salgueiro deve voltar com tranquilidade no sábado das campeãs.
Share
Tweet
Pin
Share
No Comments


Por Redação Carnavalize

Mais uma beneficiada pela virada de mesa após a última quarta-feira de cinzas, a Grande Rio foi a terceira escola a desfilar neste domingo. O casal Renato e Márcia Lage seguiu responsável pelo carnaval da agremiação, desta vez com o enredo “Quem nunca? Que atire a primeira pedra…” para contar sobre os jeitinhos da sociedade e, por que não?, legitimar no discurso a própria atitude que conseguiu reverter o rebaixamento e garantir sua permanência no Grupo Especial por mais um ano.

De cara nova, o quesito comissão de frente esteve sob o comando dos renomados coreógrafos Hélio e Beth Bejani. Na encenação do grupo, Moisés esquecia os dez mandamentos e retornava para interagir com likes e emojis nas redes sociais. A apresentação tentou adotar a vertente humorística e cênica de interação com o público. Apesar de ter sido executada corretamente e ter dado funcionalidade ao efeito que se pretendia dos emojis com os drones, foi um conjunto despretensioso e sem grandes momentos já que o conceito se mostrou frágil. 
Pelo primeiro ano juntos, Daniel Werneck e Taciana Couto foram os defensores do pavilhão tricolor. Fantasiados de rei e rainha do jogo de xadrez, a apresentação foi irregular, apesar da bela indumentária, e o nervosismo dos dois transmitiu insegurança no bailado. 

A segunda alegoria da escola representou as imprudências no trânsito.
Esteticamente, as alegorias surpreenderam negativamente do ponto de vista conceitual e por várias vezes mostraram o mesmo formato de caixotes que se diferiam com as esculturas na aparência final. O trabalho de cor do casal Lage também decepcionou e a segunda, terceira e quinta alegorias apresentaram pequenos problemas de acabamento. As fantasias não ficaram comprometidas no todo, mas foi notório a ausência de chapéus em muitas das alas. 

O enredo não mostrou um fio condutor que conseguisse realizar uma boa conexão entre os setores e o discurso central da temática se esvaiu ao longo da passagem da escola, que não teve uma delimitação de início, meio e fim. 
Um dos destaques do desfile foi a Invocada, que contou com a estreia de mestre Fafá.
A Invocada também teve estreante: mestre Fafá assume pela primeira vez o cargo de comando dos ritmistas caxienses. Como “fiscais da natureza”, os ritmistas foram os protagonistas da apresentação caxiense, que deixou Evandro Malandro muito à vontade no comando do microfone. O estreante do Grupo Especial, aliás, merece aplausos pela excelente condução do samba que, apesar de não ser uma obra de qualidade, rasgou a escola e botou a comunidade da Grande Rio para cantar a plenos pulmões por toda a pista. No quesito evolução, pequenos clarões foram abertos ao longo da Sapucaí, mas a escola terminou a apresentação dentro do tempo regulamentar. 

Com altos e baixos, a tricolor deixou a desejar pela falta de desenvolvimento teórico, mas mostrou que tem comunidade forte em um bom desempenho do chão da escola.
Share
Tweet
Pin
Share
No Comments
Por Redação Carnavalize

Magias e mistérios no ar da Cidade do Samba moldaram o pré-carnaval da Viradouro, escola recém-chegada da Série A depois de ter feito um bate-volta no grupo principal em 2015. A expectativa alta e as suposições do que aconteceria foram o recheio do bolo de favoritismo desde que as primeiras notícias do barracão começaram a circular entre corredores e redes sociais. Um dos motivos, inquestionavelmente, foi a chegada do badalado carnavalesco Paulo Barros, que já assinou desfiles pela escola na década passada, e também de outra figurinha conhecida pelas bandas de Niterói: o mestre Ciça. Com o enredo “Viraviradouro”, a escola foi a segunda a desfilar no primeiro dia do Grupo Especial e fez uma viagem por contos de fadas, terror e pelo reino da ilusão e fantasia. 

O abre-alas da escola trouxe a estante de livros encantados.
Outro estreante da agremiação foi Alex Neoral, o coreógrafo responsável pela comissão de frente que apresentou a descoberta do livro encantado, aberto por uma criança. O grupo foi muito bem coreografado e apostou em truques com trocas de roupas e uma proposta que apresentou bem a escola. A execução seria perfeita se não houvesse a queda do chapéu da bruxa, mas o bailarino segurou as pontas diante do contratempo e reverteu a situação sem grandes alardes. Contou ainda com um tripé que servia de base para o contingente do corpo de baile, que tinha três grupos diferentes de integrantes. 

Rute Alves e Julinho Nascimento estão juntos há 12 carnavais e pelo segundo ano consecutivo formam o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos do Viradouro. A apresentação, no entanto, foi irregular e apesar da experiência de Julinho, houve deslizes na execução de alguns passos; Rute, por sua vez, estava segura. 
Apesar do problema hidráulico, o carro da Viradouro que encenou A Bela e a Fera arrancou suspiros das arquibancadas.
Ao estilo já conhecido, Paulo Barros investiu em truques, desta vez menos exagerados e pirotécnicos comparado aos anos anteriores, e apresentou um ótimo conjunto alegórico, muito bem acabado e concebido. A terceira alegoria, que trazia A Bela e a Fera, apresentou problemas hidráulicos em uma plataforma que deveria subir e passou apagado pelo primeiro módulo de jurados, mas encantou pela beleza e pela dança dos componentes, apesar do truque não ter funcionado. O ponto alto foi o motoqueiro fantasma da quinta alegoria, que subia e descia de uma grande rampa que ia do chão até o centro da alegoria e fez o público vibrar nas arquibancadas; inicialmente, o personagem também cuspia fogo, mas o efeito não se repetiu ao longo da passagem pela Avenida. As fantasias formaram um ótimo conjunto que imprimiu fácil leitura. 

O enredo também se mostrou claro em concepção ao tentar amarrar uma narrativa lúdica que remetesse aos contos de fadas e ao universo imaginário e fantasioso. A costura de um fio condutor, no entanto, não foi tão exitosa e acabou se tornando um dos pontos fracos do desfile da alvirrubra.  

A Furacão Vermelho do mestre Ciça fez uma apresentação empolgante com um elemento visual que estava nas mãos do mestre e soltava fogo quando os ritmistas se abaixavam para que a ala de tamborins pudesse executar a bossa para os jurados. O samba foi bem conduzido pelo intérprete Zé Paulo e apesar de não ter um claro momento de explosão, empolgou a comunidade niteroiense que se mostrou muito aguerrida e cantou com muita força e alegria o hino escolhido pela escola. Sem problemas de evolução, a escola não teve sustos e cravou o fim do desfile exatamente no tempo determinado pelo regulamento. 

Confirmando o favoritismo do pré-carnaval, a escola recém-chegada da Série A mostra credenciais para o sábado das campeãs e afasta qualquer chance de rebaixamento.
Share
Tweet
Pin
Share
No Comments
Mais Recente
Mais Antigo

Visite SAL60!

Visite SAL60!

Sobre nós

About Me

Somos um projeto multiplataforma que busca valorizar o carnaval e as escolas de samba resgatando sua história e seus grandes personagens. Atuamos não só na internet e nas redes sociais, mas na produção de eventos, exposições e produtos que valorizem nosso maior evento artístico-cultural.

Siga a gente

  • twitter
  • facebook
  • instagram

Desfile das Campeãs

  • #Carnaval2018 - UPM desvenda o Eldorado na busca pelo sonhado título
    Por Redação Carnavalize De cara nova, sob o talento de João Vitor Araújo, grande nome da nova geração de carnavalescos e recém-chegad...
  • #Carnaval 2018 Viradouro e UPM na briga pelo título, saiba como foram os desfiles de sábado
    Superando as expectativas, as escolas da Série A apresentaram uma grande noite de desfiles. Mesmo em meio as dificuldades, as ag...
  • #Carnaval2018 - Império Serrano desfila bem mas comete erros de evolução
    por Redação Carnavalize Tocou a sirene e o momo anuncia: está aberto o carnaval do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Como manda a trad...

Total de Carnavalizadas

Colunas/Séries

sinopse BOLOEGUARANÁ 7x1 carnavalize Carnavalizadores de Primeira Quase Uma Repórter 5x colablize série década artistas da folia giro ancestral SérieDécada quilombo do samba Carnavápolis do setor 1 a apoteose série carnavalescos série enredos processos da criação dossiê carnavalize Na Tela da TV série casais 10 vezes Série Batuques Série Mulheres Série Padroeiros efemérides minha identidade série baluartes série sambas

Carnavalizações antigas

  • ▼  2023 (38)
    • ▼  ago. (1)
      • Projeto "Um carnaval para Maria Quitéria" valoriza...
    • ►  jul. (4)
    • ►  jun. (4)
    • ►  mai. (1)
    • ►  fev. (28)
  • ►  2022 (41)
    • ►  dez. (1)
    • ►  jul. (1)
    • ►  jun. (5)
    • ►  mai. (1)
    • ►  abr. (30)
    • ►  fev. (2)
    • ►  jan. (1)
  • ►  2021 (10)
    • ►  set. (4)
    • ►  jun. (1)
    • ►  mai. (1)
    • ►  mar. (2)
    • ►  fev. (2)
  • ►  2020 (172)
    • ►  dez. (8)
    • ►  nov. (17)
    • ►  out. (15)
    • ►  set. (13)
    • ►  ago. (19)
    • ►  jul. (16)
    • ►  jun. (15)
    • ►  mai. (10)
    • ►  abr. (11)
    • ►  mar. (10)
    • ►  fev. (33)
    • ►  jan. (5)
  • ►  2019 (74)
    • ►  dez. (2)
    • ►  nov. (5)
    • ►  ago. (4)
    • ►  jul. (4)
    • ►  jun. (4)
    • ►  mai. (4)
    • ►  abr. (2)
    • ►  mar. (35)
    • ►  fev. (2)
    • ►  jan. (12)
  • ►  2018 (119)
    • ►  dez. (1)
    • ►  out. (6)
    • ►  set. (1)
    • ►  ago. (3)
    • ►  jul. (5)
    • ►  jun. (20)
    • ►  mai. (12)
    • ►  abr. (5)
    • ►  mar. (3)
    • ►  fev. (42)
    • ►  jan. (21)
  • ►  2017 (153)
    • ►  dez. (28)
    • ►  nov. (7)
    • ►  out. (8)
    • ►  ago. (5)
    • ►  jul. (12)
    • ►  jun. (7)
    • ►  mai. (10)
    • ►  abr. (7)
    • ►  mar. (7)
    • ►  fev. (49)
    • ►  jan. (13)
  • ►  2016 (83)
    • ►  dez. (10)
    • ►  out. (3)
    • ►  set. (9)
    • ►  ago. (22)
    • ►  jul. (39)

Created with by ThemeXpose